{"id":12516,"date":"2017-02-22T18:47:11","date_gmt":"2017-02-22T21:47:11","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pontoinfinito.com.br\/MundoMaker\/?p=973"},"modified":"2017-02-22T18:47:11","modified_gmt":"2017-02-22T21:47:11","slug":"estudo-revela-que-aulas-tradicionais-so-ineficientes-entenda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bayerlstudio.com.br\/mundomaker\/estudo-revela-que-aulas-tradicionais-so-ineficientes-entenda\/","title":{"rendered":"Estudo revela que aulas tradicionais s\u00e3o ineficientes; entenda"},"content":{"rendered":"<p>O dia amanhece, o despertador toca, e o jovem j\u00e1 acorda desanimado por saber o que vem pela frente: aquela aula ma\u00e7ante de geografia ou de matem\u00e1tica, que n\u00e3o permite uma intera\u00e7\u00e3o sequer entre os alunos. A cena \u00e9 bem comum dentro de casa e revela o quanto a atual metodologia de ensino precisa ser repensada.<\/p>\n<p>De acordo com uma s\u00e9rie de estudos realizados por pesquisadores norte-americanos e publicados pela Proceedings of the National Academy of Sciences, estudantes submetidos a aulas tradicionais, em formato de palestras, s\u00e3o mais propensos \u00e0 reprova\u00e7\u00e3o do que alunos em contato com m\u00e9todos de aprendizado estimulantes, que os transformam em participantes ativos, n\u00e3o apenas ouvintes. Esses m\u00e9todos inovadores, segundo as pesquisas, reduziriam as taxas de reprova\u00e7\u00e3o e impulsionariam as notas em cerca de 6%.<\/p>\n<p>&#8220;As aulas tradicionais t\u00eam sido a forma predominante de ensino desde 1050&#8221;, observa um dos cientistas respons\u00e1veis pelos estudos e bi\u00f3logo Scott Freeman, da Universidade de Washington. Freeman come\u00e7ou a usar novos m\u00e9todos em suas turmas e, embora utilize slides de Power Point, prop\u00f5e apenas perguntas e interage com os alunos em busca das respostas. &#8220;Meu curso de biologia introdut\u00f3rio ganhou 700 alunos&#8221;, comemora.<\/p>\n<p>Um estudo desenvolvido pela pesquisadora Rosalind Picard, do MIT (veja o gr\u00e1fico abaixo), mostra que a atividade cerebral observada quando um jovem assiste a uma aula tradicional \u00e9 praticamente nula e se assemelha \u00e0 atividade cerebral gerada ao ver televis\u00e3o \u2013 at\u00e9 mesmo quando ele est\u00e1 dormindo a atividade \u00e9 maior!<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1196\" src=\"https:\/\/www.pontoinfinito.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/1487775826618.jpeg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"317\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4605\" src=\"https:\/\/bayerlstudio.com.br\/mundomaker\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/1487775826618.jpeg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"317\" \/><\/p>\n<p>Para Eric Mazur, f\u00edsico da Universidade de Harvard que fez campanha contra aulas tradicionais por 27 anos, esse \u00e9 &#8220;realmente um artigo importante&#8221;. &#8220;A impress\u00e3o que tenho \u00e9 que \u00e9 quase anti\u00e9tico dar aulas em forma de palestras se voc\u00ea tem esses dados em m\u00e3os.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O dia amanhece, o despertador toca, e o jovem j\u00e1 acorda desanimado por saber o que vem pela frente: aquela aula ma\u00e7ante de geografia ou de matem\u00e1tica, que n\u00e3o permite uma intera\u00e7\u00e3o sequer entre os alunos. 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