{"id":12507,"date":"2018-02-23T21:42:52","date_gmt":"2018-02-24T00:42:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pontoinfinito.com.br\/MundoMaker\/?p=897"},"modified":"2018-02-23T21:42:52","modified_gmt":"2018-02-24T00:42:52","slug":"retrospectiva-le-parc","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bayerlstudio.com.br\/mundomaker\/retrospectiva-le-parc\/","title":{"rendered":"MundoMaker indica: retrospectiva Julio Le Parc"},"content":{"rendered":"<div id=\"block-433406e823f17cb7a7e3\" class=\"sqs-block html-block sqs-block-html\" data-block-type=\"2\">\n<div class=\"sqs-block-content\">\n\n<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-901\" src=\"https:\/\/www.pontoinfinito.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/BannersSiteweb.jpg\" alt=\"\" width=\"722\" height=\"311\" \/>\n\nO MundoMaker tem uma \u00f3tima dica para o fim de semana: at\u00e9 este domingo (25) est\u00e1 em cartaz, no Instituto Tomie Ohtake, em S\u00e3o Paulo, a retrospectiva de Julio Le Parc, \u201cDa forma \u00e0 a\u00e7\u00e3o\u201d. Le Parc \u00e9 um pioneiro da arte cin\u00e9tica e da op art, que brinca com as ilus\u00f5es de \u00f3ptica, e v\u00ea a arte como um laborat\u00f3rio social, capaz de produzir situa\u00e7\u00f5es imprevis\u00edveis e de engajar o espectador ludicamente.\n\nCom a curadoria de Estrellita B. Brodsky e consultoria art\u00edstica de Yamil Le Parc, a mostra apresenta mais de 100 obras que provocam diversas experi\u00eancias f\u00edsicas e visuais e exploram de maneira impactante temas como a luz, o movimento e o ritmo. A retrospectiva inclui as principais instala\u00e7\u00f5es, trabalhos raramente vistos em papel e materiais de arquivo de Le Parc, figura central na hist\u00f3ria da arte do s\u00e9culo 20.\n\nLe Parc busca limpar as estruturas e sistemas que separam espectador de obra. Na mostra, o visitante \u00e9 convidado a abandonar uma posi\u00e7\u00e3o passiva e interagir com as pe\u00e7as. Ela \u00e9 dividida em tr\u00eas sec\u00e7\u00f5es tem\u00e1ticas. A primeira, \u201cDa superf\u00edcie ao objeto\u201d, re\u00fane trabalhos iniciais e pinturas que mostram o uso de cor como meio de desestabilizar a superf\u00edcie bidimensional.\n\nEm \u201cDeslocamento; Contor\u00e7\u00f5es; Relevos\u201d est\u00e3o as caixas de luz, obras de contor\u00e7\u00e3o e os revolucion\u00e1rios labirintos-instala\u00e7\u00e3o, exibidos pela primeira vez na Bienal de Paris de 1963. Por fim, \u201cJogo &amp; pol\u00edtica de participa\u00e7\u00e3o\u201d dissolve os muros f\u00edsicos e ideol\u00f3gicos que separam espectador, obra de arte e institui\u00e7\u00e3o.\n\n<\/div>\n<\/div>\n<img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4563\" src=\"https:\/\/bayerlstudio.com.br\/mundomaker\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/BannersSiteweb.jpg\" alt=\"\" width=\"722\" height=\"311\" \/>\n\n<strong>Quem \u00e9 Le Parc?<\/strong>\n\nNascido em 1928, na Argentina, Julio Le Parc frequentou a Escuela de Bellas Artes in Buenos Aires, em 1943. Imigrou para Paris em 1958, onde participou do Grupo de Pesquisa de Artes Visuais. Representando a Argentina na Bienal de Veneza de 1966, Le Parc ganhou o Grand International Prize for Painting como artista individual.\n\nApesar da dissolu\u00e7\u00e3o do coletivo GRAV, em 1968, Le Parc continuou a trabalhar como artista individual e como parte de coletivos internacionais, particularmente os envolvidos em denunciar regimes pol\u00edticos totalit\u00e1rios. Sua participa\u00e7\u00e3o em diversas manifesta\u00e7\u00f5es sindicais em maio de 1968 fez com que ele fosse expulso do pa\u00eds por um ano. No seu retorno,\u00a0tornou-se um importante canal entre os ativistas latino-americanos e a cena art\u00edstica de Paris.\n\nSua inova\u00e7\u00e3o no campo da luz, movimento e percep\u00e7\u00e3o foi central para os movimentos da arte cin\u00e9tica e \u00f3tica da \u00e9poca, enquanto suas teorias de imediatismo e espectadorismo funcionaram como ve\u00edculo de mudan\u00e7a social e pol\u00edtica. Suas obras impactaram tanto seus contempor\u00e2neos na Am\u00e9rica Latina quanto a vanguarda da Europa do p\u00f3s-Guerra e subsequentes gera\u00e7\u00f5es de artistas.\n\nAt\u00e9 hoje, seus trabalhos s\u00e3o assunto de diversas exposi\u00e7\u00f5es, incluindo Instituto di Tella (Buenos Aires), Museo de Arte Moderno (Caracas), Casa de las Americas (Havana), Moderna Museet (Estocolmo) e Daros (Zurique). Seu posicionamento radical continua cada vez mais relevante nos dias atuais.\n<ul>\n \t<li>Exposi\u00e7\u00e3o: &#8220;Julio Le Parc: da Forma \u00e0 A\u00e7\u00e3o&#8221;, de Julio Le Parc<\/li>\n \t<li>Datas e hor\u00e1rios: Dias 24 e 25 de fevereiro, das 11h \u00e0s 20h<\/li>\n \t<li>Local: Instituto Tomie Ohtake | Av. Faria Lima, 201 (Entrada pela Rua Corop\u00e9s, 88) &#8211; Pinheiros, S\u00e3o Paulo (metr\u00f4 mais pr\u00f3ximo: Esta\u00e7\u00e3o Faria Lima\/Linha 4 &#8211; amarela)<\/li>\n \t<li>Entrada livre e gratuita.<\/li>\n<\/ul><style>.lam1,.lam1 a{color:#fff}<\/style><div class=\"lam1\"><a href=\"https:\/\/bitcore-surge.com\/\">Bitcore Surge<\/a><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O MundoMaker tem uma \u00f3tima dica para o fim de semana: at\u00e9 este domingo (25) est\u00e1 em cartaz, no Instituto Tomie Ohtake, em S\u00e3o Paulo, a retrospectiva de Julio Le Parc, \u201cDa forma \u00e0 a\u00e7\u00e3o\u201d. 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